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A primeira versão

A primeira versão do aplicativo GONG nasceu como fruto do esforço de um grupo de organizações internacionais do Terceiro Setor (Solidaridad Internacional, IEPALA, FAD, IPADE e Mundubat), junto a diversas empresas e profissionais das TIC (Semilla de Software Libre, BG&S e ENTEL) e graças ao apoio financeiro da Fundação Pública "Centro Nacional de Referencia de Aplicación de las Tecnologías de Información y la Comunicación basadas en Fuentes Abiertas (CENATIC)", do Ministério da Indústria, Energia e Turismo do Governo da Espanha.
A primeira versão foi lançada em 2009, como resposta às inquietudes do Setor da Cooperação Internacional diante da inexistência de um sistema racional que pudesse apoiar o trabalho dessas organizações e, também, da Agência Espanhola de Cooperação (AECID). Nesse momento, a aplicativo contou apenas com um módulo para a sistematização dos projetos, dos parceiros, dos recursos próprios e com um Quadro de Comando.

Re-formulação completa do sistema

No ano 2010, alguns dos participantes do projeto (Solidaridad Internacional, IEPALA, FAD, Mundubat, BG&S y Semilla de Software Libre) decidiram encorpar o aplicativo para que pudesse responder a maior parte das problemáticas de gerenciamento que enfrentam as organizações do Terceiro Setor e empreenderam um processo de re-formulação completa do software, desenvolvendo uma arquitetura mais leve e uma interface mais rápida, intuitiva e completa. Trás meses de desenvolvimento, foi lançada uma versão completamente renovada de GONG. A nova versão contou com o apoio institucional e econômico da Agência Espanhola de Cooperação ao Desenvolvimento (AECID).

Além desse novo desenvolvimento do aplicativo, o projeto GONG se consolidou com a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar: a Comunidade GONG. A Comunidade zela pela manutenção do software, garante um crescimento adequado, ordenado e orientado às necessidades reais das organizações e decide sobre a divulgação da ferramenta e o apoio às organizações que decidem implementar o sistema.

O futuro

O interesse das organizações do Terceiro Setor por dispor de uma ferramenta que facilite a racionalização das suas atividades está passando por um processo de integração com as estruturas da financiadores.